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Água que vale por duas. Ou mais

Publicado em 19/12/2014

Braskem responde com projetos de reúso ao desafio de produzir em tempos de crise hídrica

Na divisa entre os municípios de São Paulo e São Caetano do Sul, funciona a Estação de Tratamento de Esgotos ABC, da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Nesse espaço, há uma estrutura exclusiva para a produção de água de reúso industrial a partir de esgoto doméstico tratado. Uma adutora de quase 20 km de extensão atravessa o subsolo da região até chegar ao Polo Petroquímico de Capuava, em Mauá, onde a água é distribuída a indústrias.

A Braskem é a principal usuária, consumindo em suas operações nas unidades do polo, cerca de 10 bilhões de litros de água de reúso por ano. Esse é o Aquapolo, criado em parceria pela Sabesp e a Odebrecht Ambiental, em novembro de 2012. “Ao utilizar água de reúso em seus processos produtivos, a Braskem disponibiliza mais água para o acesso da população. Em 2013, consumimos cerca de 20 bilhões de litros de água de reúso, o que equivale ao consumo de cerca de 500 mil pessoas por ano”, salienta Mário Pino, Gerente Corporativo de Desenvolvimento Sustentável.

Projetos como o Aquapolo estão entre as soluções para o sério desafio ambiental colocado em pauta pela crise hídrica vivida nos estados do sudeste do país. Outro exemplo vem do Polo Petroquímico de Camaçari (BA), onde a demanda de água para consumo humano supera a quantidade e a capacidade de distribuição do recurso, o que caracteriza situação de estresse hídrico.

A Braskem, uma das empresas instaladas em Camaçari, respondeu a esse desafio ao implantar o projeto Água Viva, que possibilita a reutilização de efluentes industriais tratados e de águas pluviais. Em operação desde dezembro de 2012, o Água Viva foi desenvolvido em parceria com a Cetrel – Odebrecht Ambiental, que atua na área de efluentes e resíduos. “Entre os principais benefícios socioambientais do projeto, está a capacidade de produzir água de reúso para fins industriais em volume equivalente ao consumo anual de uma cidade de 150 mil habitantes”, compara Sérgio Hortélio, engenheiro responsável pelo projeto na Braskem. Ou seja, ao reciclar água para uso industrial, o Água Viva reduz o consumo de recursos hídricos in natura já escassos na região.

Compromissos públicos

A contribuição da Braskem à agenda ambiental do desenvolvimento sustentável está expressa, também, no portfólio de produtos derivados de matéria-prima renovável, o etanol da cana-de-açúcar, e em compromissos públicos assumidos perante a sociedade.

O mais recente deles foi a adesão a duas iniciativas internacionais voltadas à economia de baixo carbono apresentadas em setembro, durante a Cúpula do Clima, em Nova York. O evento faz parte de uma rodada de reuniões promovidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) entre representantes de países, empresas e outras organizações, para debater formas de amenizar as mudanças climáticas a partir da redução das emissões de gás carbono. “Esses encontros propiciam a colaboração e a troca de informações entre os participantes, o que estimula a evolução das práticas em benefício do meio ambiente”, afirma Luiz Xavier, Coordenador Cooperativo de Desenvolvimento Sustentável.

Nesse quesito, a Braskem tem resultados positivos a apresentar. De 2008 a 2013, por exemplo, a empresa reduziu em 12,5% a intensidade de suas emissões de gases de efeito estufa (GEE), como consequência de melhorias de processo, aumento da eficiência energética e iniciativas identificadas nas plantas industriais.

No âmbito dos negócios, a opção pelo desenvolvimento de produtos que utilizam fontes de matéria-prima renovável contribui para o desempenho ambiental da empresa. O polietileno verde, ou “plástico verde” da Braskem, diferencia-se da resina de origem fóssil (nafta) por capturar até 2,15 kg de gás carbônico (CO2) da atmosfera a cada quilo do produto fabricado no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). O balanço ambiental, da matéria-prima (etanol) à resina, é favorável.

“O ‘polietileno verde’ é inovador, funcional e de desempenho ambiental positivo”, avalia Alexandre Elias, Diretor de Químicos Renováveis. “O produto tem boa aceitação no mercado. São mais de 70 clientes em diferentes partes do mundo, fabricantes de embalagens de alimentos, bebidas lácteas, produtos de higiene e limpeza, cosméticos, sacolas, tapetes para automóveis, grama sintética, fios e cabos, entre outros.”

 

Fonte:http://www.odebrechtonline.com.br/edicaoonline/2015/01/10/agua-que-vale-por-duas-ou-mais/